
Descrição
Um fio de cobre sem esmalte isolante, bem comprido, foi enrolado em torno de um tubo, que serviu de forma. Depois de desenformar, obtemos uma espiral de cobre. Grudando dois ímãs nos polos de uma pilha pequena e introduzindo na espiral de cobre, o conjunto começa a andar através dela. Como os ímãs de neodímio tem um banho de cromo na sua superfície, são bons condutores de eletricidade. Quando o conjunto pilha e ímãs penetra na espiral de cobre, estabelece contato elétrico entre os polos positivo e negativo da pilha. A corrente elétrica sai do polo positivo, passa através do ímã que está em contato com o cobre. O cobre por sua vez conduz eletricidade através das espiras até chegar ao ímã grudado no polo negativo, fechando o circuito. A corrente elétrica passando através das espiras que estão entre os dois polos da pilha, criam momentos de dipolo magnético. Dependendo da orientação dos campos dos ímãs e dos momentos magnéticos das espiras, haverá forças de atração ou repulsão entre eles. Portanto, para o experimento funcionar, a polaridade dos ímãs grudados na pilha é de fundamental importância. Os dois ímãs devem sofrer forças no mesmo sentido com relação aos momentos magnéticos das espiras energizadas, ou seja, o ímã de trás deve ser puxado para frente enquanto o ímã da frente deve ser empurrado no mesmo sentido. Para saber se os ímãs estão com as polaridades corretas, basta verificar se ambas estão com os mesmos polos na parte externa da pilha, como mostra o desenho abaixo:

Conceitos e Princípios Físicos Abordados
Material Utilizado
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