
Descrição
Este é um modelo comercial de uma câmara de neblina, também conhecido como câmara de nuvens de Wilson. Ele foi inventado por Charles Thomson Rees Wilson, físico escocês, em 1911. Por essa invenção, Wilson recebeu o prêmio Nobel de Física, em 1927, revolucionando o estudo da física nuclear. O princípio de funcionamento baseia-se na criação de um ambiente com vapor supersaturado de álcool isopropílico. Diferentemente das câmaras de neblina atuais, a câmara de Wilson provoca o resfriamento da câmara pelo processo de expansão adiabática. A rápida expansão era provocada por meio de um pistão móvel, que ao ser puxada, aumenta o volume e forma brusca, resfriando o vapor. O frio repentino torna o ambiente com vapor supersaturado. Neste curto intervalo de tempo, pode-se observar a trilha ou rastro deixado por uma partícula que atravessa o vapor. Pode-se observar rastros de partículas oriundas de materiais radioativos ou provenientes de raios cósmicos.
Conceitos e Princípios Físicos Abordados
Material Utilizado
Links Relacionados
- A Câmara de Nuvens – ou Câmara de Wilson. Seara da Ciência (UFC)
- Câmara de neblina de Wilson. Sala de Demonstrações de Física (UFMG)
- Câmara de Nuvem — Câmara de Wilson. Acervo Museológico dos Laboratórios de Ensino de Física (UFRGS)
- Cloud Chamber. Harvard Natural Sciences Lecture Demonstrations (Harvard University)
- Diffusion Cloud Chamber. Andrews University
- Cloud Chamber. Nuledo
- CLOUD CHAMBER Do-it-yourself manual. S’Cool LAB
- The Pi Cloud Chamber. Michigan Tech
- CTR Wilson's original cloud chamber (P23). Cavendish Laboratory, University of Cambridge
- Experimentando: Câmara de neblina artesanal I / Homemade cloud chamber I. Laboratório de Demonstrações - UFPA
- Experimentando: Câmara de neblina artesanal II / Homemade cloud chamber II. Laboratório de Demonstrações - UFPA
- Câmara de nuvens para detectar partículas cósmicas. Instituto de Física da UFRGS
- Câmara de Nuvens Wilson - UERJ. Willian Vieira
- Camara de nuvens. Física 10 Complicada
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