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Física Moderna

Câmara de neblina


Descrição

Este é um modelo comercial de uma câmara de neblina, também conhecido como câmara de nuvens de Wilson. Ele foi inventado por Charles Thomson Rees Wilson, físico escocês, em 1911. Por essa invenção, Wilson recebeu o prêmio Nobel de Física, em 1927, revolucionando o estudo da física nuclear. O princípio de funcionamento baseia-se na criação de um ambiente com vapor supersaturado de álcool isopropílico. Diferentemente das câmaras de neblina atuais, a câmara de Wilson provoca o resfriamento da câmara pelo processo de expansão adiabática. A rápida expansão era provocada por meio de um pistão móvel, que ao ser puxada, aumenta o volume e forma brusca, resfriando o vapor. O frio repentino torna o ambiente com vapor supersaturado. Neste curto intervalo de tempo, pode-se observar a trilha ou rastro deixado por uma partícula que atravessa o vapor. Pode-se observar rastros de partículas oriundas de materiais radioativos ou provenientes de raios cósmicos.


Conceitos e Princípios Físicos Abordados


Material Utilizado


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